Um manto de pele dourada...
Desce reticente do par de esmeraldas...
Esculpe um frenesi de maravilhas...
Abunda em brilhos sobre andares de algodão...
Afaga-me as pupilas em sonhos e-ternos...
Despe-me as entranhas da alma...
Desfila nos abismos da mente...
Crepuscularmente reveste desejos...
Amanhece em palavras e "vida"...
Como tinturada bebida virtual...
De inebriantes cores de medusa...
Musa do destino...
Onde repousa meu seio real...